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Caso Vitória: Polícia volta a fazer perícias no entorno da casa de Maicol; pontos obscuros sobre o caso intrigam a polícia

Após Maicol voltar atrás em depoimento a reconstituição do crime se tornou essencial.

Há quase um mês, o corpo da jovem Vitória Regina foi encontrado na zona rural do município de Cajamar, que está situado na Região Metropolitana de São Paulo. A bela e sonhadora adolescente foi vítima de um crime brutal que deixou marcas em seu corpo e em seus familiares que lidam com a dor do luto.

O caso que chocou o Brasil e ganhou enorme repercussão, ainda segue envolto em mistérios e após Maicol afirmar que assumiu a autoria do crime ao ser forçado por agentes da Polícia Civil, a reconstituição do crime se tornou essencial. Familiares da jovem não acreditam que o suspeito agiu sozinho.

A investigação sobre a morte brutal da adolescente Vitória Regina de Sousa, de 17 anos, continua mobilizando esforços da Polícia Civil de São Paulo, que busca esclarecer detalhes do crime.

Em um país onde o feminicídio e a violência contra jovens ainda representam desafios alarmantes, casos como este expõem as fragilidades do sistema de proteção às mulheres e reforçam a urgência de respostas eficazes por parte das autoridades.

No início desta semana, peritos estiveram no entorno da residência de Maicol Sales dos Santos, principal suspeito e único preso até o momento, para realizar uma perícia minuciosa. O objetivo é coletar novas evidências antes da reconstituição do crime, prevista para a próxima semana.

A ausência do suspeito nesse procedimento já foi confirmada, após a Justiça acolher o pedido da defesa, que alegou que seu cliente não deveria ser obrigado a participar. A decisão está ligada a uma contestação do depoimento anterior, que, segundo o advogado de Maicol, teria sido obtido sob coação.

Anteriormente, com a confissão do suspeito, a polícia acreditava ter encerrado o caso. No entanto, as alegações de irregularidades no processo reacenderam dúvidas e impulsionaram uma retomada das investigações, especialmente por meio da reconstituição.

A família da vítima, até o momento, preferiu não comentar as recentes atualizações do caso. Durante a apuração, investigadores localizaram vestígios de sangue humano no banheiro da casa de Maicol.

O material foi enviado para análise e será comparado ao DNA da vítima, processo que pode levar alguns dias. Também foram recolhidas amostras no veículo do suspeito, reforçando a linha investigativa.

Vitória foi encontrada sem roupas, com sinais evidentes de violência física, ferimentos provocados por arma branca e a cabeça raspada, o que indicaria um crime com requintes de crueldade.

A apuração segue, com a expectativa de que as novas diligências possam esclarecer definitivamente os fatos e conduzir à responsabilização do autor do crime.

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