Bispo Leonardo é citado em relatório de investigação da PF e toma atitude firme nas redes sociais

A fé de muitos fiéis acabou sendo abalada após uma revelação surpreendente: um relatório da Polícia Federal (PF) citou a igreja do bispo Bruno Leonardo em transações comerciais com uma estabelecimento que está ligado a uma organização criminosa.
A notícia pegou de surpresa milhares de seguidores do líder religioso, que possui enorme influência digital e uma legião de fiéis em suas redes sociais. Bruno Leonardo, responsável pela Igreja Batista Avivamento Mundial, com sede em Salvador, teve o nome citado em documentos obtidos pela Operação Mafiusi, que investiga a lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo a PF, a igreja do bispo teria realizado transações comerciais com a empresa Starway Locação de Veículos, suspeita de ser usada para movimentar dinheiro do tráfico de drogas. Entre 2021 e 2022, a igreja teria realizado transações comerciais usuais com a referida empresa.
Apesar de ser citado na investigação, Bruno Leonardo não é investigado pela Polícia Federal, e sua defesa afirma que todas as transações realizadas são legítimas e documentadas. A notícia, no entanto, gerou um forte impacto na comunidade religiosa e nas redes sociais.
Como reação imediata, o bispo bloqueou os comentários em seu Instagram, onde possui quase 10 milhões de seguidores, e evitou pronunciamentos públicos diretos sobre o caso. Mesmo sendo apenas uma citação que é usual de um relatório, a repercussão foi tão grande que ele tomou uma atitude nas redes sociais para esclarecer a situação:
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A repercussão da denúncia gerou um intenso debate entre seguidores do bispo, com alguns defendendo sua inocência e outros demonstrando preocupação com as ligações financeiras da igreja.
A PF segue analisando as transações e pode aprofundar as investigações caso novos indícios surjam. Enquanto isso, o caso segue sendo investigado pela Polícia Federal para tentar desmantelar a organização criminosa